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Notícias

Seminário aborda aprendizagem e a perspectiva para a juventude
  16/03/2016



Cerca de 350 pessoas compareceram ao Seminário “Aprendizagem Profissional e Perspectivas para a Juventude”, realizado pelo CIEE Pernambuco para comemorar seus 48 anos de atividades, em parceria com a Fundação Roberto Marinho (FRM). O encontro foi no auditório do Mercure Mar Hotel Conventions e contou com nomes importantes que discutiram a temática da aprendizagem, em nível nacional e regionalizado, tendo como foco a situação do estado de Pernambuco.
 
O evento foi dividido em dois blocos mediados pelo jornalista Sidney Rezende e contou com a participação do professor, escritor e membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), Arnaldo Niskier, do Presidente do Conselho de Administração do CIEE Nacional, Doutor Luiz Gonzaga Bertelli e do Superintendente Regional do Trabalho e Emprego, André Luz Negromonte.  
 
Abertura do evento foi realizada pelo presidente do CIEE-PE, Lucilo Varejão, que destacou a importância da inserção do jovem no mundo do trabalho, para desdobramentos que vão de uma nova perspectiva de futuro para o aprendiz, como para a economia do País. 
 
“Sabemos da importância que o programa tem, tanto para o plano educacional, profissional e econômico, já que muitos jovens passam a ter participação nas contas da casa e alguns são os primeiros da família a terem a carteira assinada”, afirmou o presidente do CIEE Pernambuco, Lucilo Varejão.
 
O Superintendente Regional do Trabalho e Emprego em Pernambuco, André Luz Negromonte também destacou a importância do programa de aprendizagem em uma situação econômica adversa. “Precisamos ser otimistas e dar oportunidade aos jovens que são os que mais sofrem com o aumento do desemprego”, destacou.
 
O acadêmico Arnaldo Niskier que é presidente do CIEE Rio, abriu seu pronunciamento com uma aspa da ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Barreto Campello, sobre o programa de aprendizagem. “Esse programa é um fato de inclusão social produtiva, como demonstra a contratação em todo o país, de cerca de 400 mil aprendizes”.
 
“Para que o programa de aprendizagem tenha resultados positivos, devemos investir na implantação de um sistema identificado coma modernidade e utilizando os recursos didáticos mais atrativos para esta clientela específica”, ponderou Niskier.
 
“Embora a Constituição observe que não deva haver qualquer distinção entre os candidatos a vagas de aprendizagem, o grupo prioritário é aquele oriundo das populações mais carentes”, completou Arnaldo Niskier.
 
Essa falta de distinção ainda esbarra no quantitativo de jovens que desejam se integrar ao mercado de trabalho como aprendizes. E o abismo entre os que querem e os que conseguem ainda é grande. Apesar disso, o programa Aprendiz Legal vem conseguindo integrar esses novos profissionais ao mundo do trabalho.
 
“Embora ainda longe do ideal, dada a enorme insuficiência da rede nacional de ensino e capacitação profissional – sem falar na existência, apenas em seis regiões metropolitanas, de mais de 2 milhões de jovens que nem estudam, nem trabalham nem procuram emprego –, o Aprendiz Legal vem colecionando seguidos recordes de contratação. Somente em 2015, o CIEE contratou 72 mil aprendizes, em parceria com 22 mil empresas e órgãos públicos”, explicou o do Presidente do Conselho de Administração do CIEE Nacional, Doutor Luiz Gonzaga Bertelli.
 
“O Aprendiz Legal é uma porta que se abre para os jovens, oriundos, em boa parte, de famílias carentes. Em outras palavras, é um programa que oferece perspectivas de uma vida melhor, com direito à busca de trabalho decente e produtivo, para a juventude do nosso país, quando as estatísticas indicam que um em cada dois desempregados tem entre 14 e 24 anos”, completou.
 
O primeiro bloco do evento foi encerrado com a participação da colaboradora do CIEE Pernambuco, Tamires Drielly, que declamou uma rima, escrita pelo instrutor do Programa Aprendiz Legal, Nangis Mariz, que homenageou os 48 anos do CIEE Pernambuco.
 
O segundo bloco do seminário contou com a participação do secretário de Desenvolvimento Social da Criança e Juventude de Pernambuco, Isaltino Nascimento; o empresário Fernando Dubeux; a gerente-geral de Educação Profissional da FRM, Aparecida Lacerda; a procuradora do MPTPE e coordenadora do Coordinfância, Jailda Pinto e o aprendiz da Tramontina, Eliel Lopes da Silva. 
 
Segundo Isaltino, questões da escolaridade e profissionalização estão na pauta de reinserção social dos jovens, já políticas públicas destinas a esta parcela da população tem o princípio de oferecer condições para o jovem ser reconduzido ao convívio social. 
 
“Contamos com os programas Novas Oportunidades, Vida Aprendiz, em busca de firmar parcerias que acolham nossos jovens, para que eles tenham iniciação profissional e descubram suas habilidades no mercado de trabalho”.
 
O empresário Fernando Dubeux, contou um pouco da sua experiência com o programa aprendiz legal e com outras atividades desenvolvidas no campo social pela sua empresa, a Acripel.
 
Na outra ponta do programa, o jovem Eliel Lopes da Silva, que desenvolve suas atividades na Tramontina falou como é ser aprendiz. Eliel falou sobre a procura por seus amigos sobre a aprendizagem e como ele vê o Aprendiz Legal.
 
“Hoje, aqui eu tenho a oportunidade de representar milhares de Aprendizes que fazem parte deste maravilhoso Programa. O CIEE é para mim mais do que uma porta aberta, mas um caminho infinito para novas oportunidades”, disse Eliel. 
 
Tão importante quanto o empresário, o aprendiz e o poder público está a fiscalização, que garante o cumprimento da Lei 10.097/2000 pelas empresas.
 
“A Constituição Federal de 1988 conferiu tratamento especial às crianças e aos adolescentes, consagrando a doutrina de proteção integral e da prioridade absoluta, segundo a qual crianças e adolescentes passaram a ser vistos como sujeitos de direitos, em condições peculiares de desenvolvimento. Busca-se então o fortalecimento de vínculos familiares e a reinserção do adolescente na comunidade, prevendo ações relacionadas à escolarização, à profissionalização e à cultura, sendo a aprendizagem um dos institutos que viabilizam a concretização do objetivo do legislador.", afirmou a a procuradora do MPTPE e coordenadora do Coordinfância, Jailda Pinto.



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